Estou a drenar a energia de tudo à minha volta.
Tudo o que gosto vejo morrer, lentamente absorvido, ao meu toque.
Destruo tudo o que me aproximo. Tudo o que me interessa e que me aproximo acaba. E desta destruição, desta absorção não posso utilizar nada, não está nada ao meu controle, à minha disposição.
Destruo tudo o que gosto, tudo o que me aproximo, mas não posso ficar parado senão começo-me a absorver a mim mesmo, a destruir, a drenar, a perder o controle, a deixar de me poder aceder.
Não posso começar a gostar de nada, tenho que deixar de sentir, para não voltar a destruir.
Tudo o que gosto vejo morrer, lentamente absorvido, ao meu toque.
Destruo tudo o que me aproximo. Tudo o que me interessa e que me aproximo acaba. E desta destruição, desta absorção não posso utilizar nada, não está nada ao meu controle, à minha disposição.
Destruo tudo o que gosto, tudo o que me aproximo, mas não posso ficar parado senão começo-me a absorver a mim mesmo, a destruir, a drenar, a perder o controle, a deixar de me poder aceder.
Não posso começar a gostar de nada, tenho que deixar de sentir, para não voltar a destruir.

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