Parti(r) a loiça toda

Independentemente do que se foi está o que se é.
Ganha-se o que se tem. Vive-se como se sente. Repara-se no que se conhece.
Quer-se o que se deitou fora.
Na bonança mais que os estragos vê-se a inutilidade das estruturas em que depositamos tanta confiança quando não precisamos delas.
Morre quem quer parar o mundo.
E eu confio porque partiste a loiça toda.

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