domingo, novembro 26, 2006

Parti(r) a loiça toda


Independentemente do que se foi está o que se é.
Ganha-se o que se tem. Vive-se como se sente. Repara-se no que se conhece.
Quer-se o que se deitou fora.
Na bonança mais que os estragos vê-se a inutilidade das estruturas em que depositamos tanta confiança quando não precisamos delas.
Morre quem quer parar o mundo.
E eu confio porque partiste a loiça toda.

segunda-feira, novembro 20, 2006


Porque é que confundimos o infinito com o limite da nossa visão?

domingo, novembro 19, 2006

Nunca digas


dextra água não beberei.